Dando continuidade ao texto anteriormente apresentado, a capital sergipana deverá ter um novo estádio em breve. Mas em qual local será erguido? Informações preliminares dão conta de que há uma tendência para que seja construído na zona de expansão, numa área próxima ao Aeroporto de Aracaju, na região do conjunto Santa Maria.
  Só que há detalhe crucial que merece ser explanado: quem efetivamente usufruirá dessa obra, após a Copa do Mundo, serão os próprios sergipanos, independentemente do nosso Estado ter sido escolhido como subsede ou não. Por isso, no nosso entendimento, esse não é o local mais apropriado. Isto por que, a maioria do público que realmente gosta de futebol, e que freqüenta os estádios aracajuanos, são oriundos das regiões centro e norte da nossa cidade. Sendo assim, ficaria bastante longo o trajeto das suas respectivas residências até o local das partidas.
  Essa nova arena, mesmo sendo moderna e ampla, com uma capacidade de público estimada em 40.000 espectadores, poderia ser pouco freqüentada pelos desportistas locais, por conta das dificuldades de acesso. É o caso, por exemplo, do estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, que mesmo tendo estações de metrô nas redondezas, muitos torcedores deixam de freqüentá-lo por conta da sua localização, que é distante em relação aos principais pontos da cidade.
  Poderia se tornar, então, um “elefante branco”, que é uma expressão utilizada para qualificar determinadas obras públicas obsoletas. Como futebol também é cultura, vocês saberiam dizer o por quê dessa expressão, a sua origem? E se o elefante branco existe mesmo ou é uma mera ficção?

  Respondendo a essas indagações, esclareço-lhes que o animal realmente existe, embora seja raro; já o motivo da expressão é porque, antigamente na Ásia, mais especificamente na Tailândia e na China, os reis costumavam presentear cortesãos chatos e inconvenientes com elefantes brancos. Por ser presente real, o animal não podia ser recusado nem vendido e, como era considerado sagrado, não podia ser utilizado em qualquer tipo de trabalho, muito menos ser sacrificado. Além disso, deveria ser bem tratado e enfeitado, já que os soberanos tinham o hábito de surpreender o presenteado com visitas “incertas” para verificar como andava a saúde do presente oferecido. Assim, o tal elefante branco, que tinha vida longa, dava muita despesa e nenhum retorno. Em suma, não possuía qualquer utilidade para quem o recebia. Por isso, era mais um “presente de grego” que um prêmio.
  É óbvio que o novo estádio, caso seja construído, não chegará a esse ponto. Por outro lado, comenta-se nos bastidores, de que existe uma grande área pertencente ao Governo do Estado (ou Prefeitura, não sabemos ao certo), nas imediações do Terminal Rodoviário José Rollemberg Leite - Rodoviária Nova, no bairro Capucho, e que poderia servir para essa finalidade.
  Essa seria uma alternativa mais lógica, principalmente pelo fato da existência de um terminal de ônibus no local, e da maior proximidade com a Zona Norte, o que facilitaria, sobremaneira, o deslocamento dos torcedores. Além disso, há a questão dos estacionamentos, o que não seria um obstáculo naquela região. No entanto, segundo se comenta, essa hipótese teria sido descartada pelo Governador Marcelo Déda, o que nos parece, de certa forma, inexplicável.
  Porém, uma terceira hipótese foi ventilada há algum tempo, e no dia de ontem (conforme informação do leitor Zé Maria), o Governador Marcelo Déda tocou no mesmo assunto, quando entrevistado num programa de TV local, onde teria afirmado que a FIFA, em um comunicado, teria pedido prioridade na construção de um Centro de Treinamento, ao invés de um estádio. E por sinal, já existe o projeto de construção desse CT, que seria localizado no município de Barra dos Coqueiros, nas imediações do Hotel Star Fish.
  De todas as possibilidades apresentadas anteriormente, essa talvez seja a mais atrativa para o Governo Estadual, em face da economia de recursos financeiros a serem empregados. Porém, para o público em geral, não seria interessante. Isto por que deixaríamos de ter em nossa cidade, uma praça esportiva moderna e confortável, e com possibilidades de sediar grandes jogos, a exemplo de amistosos envolvendo a Seleção Brasileira.
  Portanto, deve-se ter um cuidado meticuloso para se definir a melhor alternativa, bem como o local mais apropriado para a construção da nova arena (caso seja essa a opção escolhida), ou mesmo do próprio Centro de Treinamento. De qualquer forma, é necessário levar em consideração, primordialmente, a melhor acessibilidade e satisfação do cliente, visto que o torcedor nada mais é do que um consumidor, em potencial, de um produto envolvente e apaixonante, denominado “futebol”.
  Só que há detalhe crucial que merece ser explanado: quem efetivamente usufruirá dessa obra, após a Copa do Mundo, serão os próprios sergipanos, independentemente do nosso Estado ter sido escolhido como subsede ou não. Por isso, no nosso entendimento, esse não é o local mais apropriado. Isto por que, a maioria do público que realmente gosta de futebol, e que freqüenta os estádios aracajuanos, são oriundos das regiões centro e norte da nossa cidade. Sendo assim, ficaria bastante longo o trajeto das suas respectivas residências até o local das partidas.
  Essa nova arena, mesmo sendo moderna e ampla, com uma capacidade de público estimada em 40.000 espectadores, poderia ser pouco freqüentada pelos desportistas locais, por conta das dificuldades de acesso. É o caso, por exemplo, do estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, que mesmo tendo estações de metrô nas redondezas, muitos torcedores deixam de freqüentá-lo por conta da sua localização, que é distante em relação aos principais pontos da cidade.
  Poderia se tornar, então, um “elefante branco”, que é uma expressão utilizada para qualificar determinadas obras públicas obsoletas. Como futebol também é cultura, vocês saberiam dizer o por quê dessa expressão, a sua origem? E se o elefante branco existe mesmo ou é uma mera ficção?

  Respondendo a essas indagações, esclareço-lhes que o animal realmente existe, embora seja raro; já o motivo da expressão é porque, antigamente na Ásia, mais especificamente na Tailândia e na China, os reis costumavam presentear cortesãos chatos e inconvenientes com elefantes brancos. Por ser presente real, o animal não podia ser recusado nem vendido e, como era considerado sagrado, não podia ser utilizado em qualquer tipo de trabalho, muito menos ser sacrificado. Além disso, deveria ser bem tratado e enfeitado, já que os soberanos tinham o hábito de surpreender o presenteado com visitas “incertas” para verificar como andava a saúde do presente oferecido. Assim, o tal elefante branco, que tinha vida longa, dava muita despesa e nenhum retorno. Em suma, não possuía qualquer utilidade para quem o recebia. Por isso, era mais um “presente de grego” que um prêmio.
  É óbvio que o novo estádio, caso seja construído, não chegará a esse ponto. Por outro lado, comenta-se nos bastidores, de que existe uma grande área pertencente ao Governo do Estado (ou Prefeitura, não sabemos ao certo), nas imediações do Terminal Rodoviário José Rollemberg Leite - Rodoviária Nova, no bairro Capucho, e que poderia servir para essa finalidade.
  Essa seria uma alternativa mais lógica, principalmente pelo fato da existência de um terminal de ônibus no local, e da maior proximidade com a Zona Norte, o que facilitaria, sobremaneira, o deslocamento dos torcedores. Além disso, há a questão dos estacionamentos, o que não seria um obstáculo naquela região. No entanto, segundo se comenta, essa hipótese teria sido descartada pelo Governador Marcelo Déda, o que nos parece, de certa forma, inexplicável.
  Porém, uma terceira hipótese foi ventilada há algum tempo, e no dia de ontem (conforme informação do leitor Zé Maria), o Governador Marcelo Déda tocou no mesmo assunto, quando entrevistado num programa de TV local, onde teria afirmado que a FIFA, em um comunicado, teria pedido prioridade na construção de um Centro de Treinamento, ao invés de um estádio. E por sinal, já existe o projeto de construção desse CT, que seria localizado no município de Barra dos Coqueiros, nas imediações do Hotel Star Fish.
  De todas as possibilidades apresentadas anteriormente, essa talvez seja a mais atrativa para o Governo Estadual, em face da economia de recursos financeiros a serem empregados. Porém, para o público em geral, não seria interessante. Isto por que deixaríamos de ter em nossa cidade, uma praça esportiva moderna e confortável, e com possibilidades de sediar grandes jogos, a exemplo de amistosos envolvendo a Seleção Brasileira.
  Portanto, deve-se ter um cuidado meticuloso para se definir a melhor alternativa, bem como o local mais apropriado para a construção da nova arena (caso seja essa a opção escolhida), ou mesmo do próprio Centro de Treinamento. De qualquer forma, é necessário levar em consideração, primordialmente, a melhor acessibilidade e satisfação do cliente, visto que o torcedor nada mais é do que um consumidor, em potencial, de um produto envolvente e apaixonante, denominado “futebol”.
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