AMADORISMO NÃO, PROFISSIONALISMO SIM!
  O fato do futebol sergipano estar lá embaixo, sem série (ou a caminho da série E que está sendo criada pela madrasta CBF) faz todos os envolvidos pensarem nas causas que nos trouxeram para baixo. Entre todos, é quase unânime concordar com uma das causas: a falta de profissionalização. Assim, torcida e imprensa tem cobrado bastante esta postura profissional no trato administrativo dos clubes, muitas vezes apenas limitados a times.
  Diante de uma perspectiva moderna de gestão, como um dos pilares pré-estabelecidos, a nova diretoria do nosso Sergipe, que aliás só começou a utilizar as contas bancárias do clube somente agora depois da posse, tratou de iniciar esse processo de profissionalização, contratando inicialmente um Assessor de Comunicação remunerado, como todo profissional deve ser para poder dedicar seu tempo ao trabalho. Essa dedicação então passa a ser justificada por um excelente trabalho realizado, que não seria possível se continuássemos amadores.
  A palavra amador vem de “amor”, ou fazer as coisas por amor de forma apenas voluntária, sem que se tenha “ganhos financeiros” com isso. Assim, além de carga horária de trabalho exaustiva em outras empresas, os amadores dedicam apenas parte de seu tempo para o objeto do seu amor. Apesar de louvável e admirável por muitos, esses amadores por mais que façam terminam não fazendo as coisas exatamente como deveriam ser. Olhemos para os departamentos de base dos nossos clubes, sustentados por bolsos de abnegados, que sempre utiliza de seus recursos, para levar os atletas para o jogo ou para pagar o lanche da garotada, até um dia do “chega, não dá mais para continuar”, ou “já fiz a minha parte” e se afasta do cargo definitivamente. Daí, espera-se por outro abnegado para pegar na alça do caixão e começar o ciclo vicioso de novo. Outro exemplo vivo são os chamados departamentos médicos, só chamados mesmo, pois nem sala tem. Isso está certo?
  Ora, o fato é que se somos times profissionais na teoria, na prática isso não se verifica de fato, continuamos amadores em todos os aspectos. Isso, com certeza, é um dos motivos de não sucesso. Então, implantar profissionalismo é imprescindível para mudar essa situação, concordam? Então porque quando se contrata uma empresa prestadora de serviços para efetuar vendas de adesões de sócio e torcedor, causa tanto reboliço? Não é justo pelo trabalho realizado? Que diferença tem para outros profissionais, como técnicos, auxiliares, preparadores físicos, administradores, assessores de comunicação etc? Não dedicam seu tempo na execução de suas tarefas no clube do mesmo jeito? Então porque não devem ser remunerados?
  Por favor, parem e pensem: isso é uma mudança de paradigmas. Iniciou-se essa mudança e espero sinceramente que isso não pare por aí. Haveremos de ver departamentos médicos, contabilidade, administração e todos os setores do Sergipe profissionalizados. Até mesmo para podermos cobrar e fugir da possibilidade de termos travestidos abnegados tirando das posses do clube, armando vendas ilícitas de jogadores, enchendo tanques dos carros da família sem pagar, bancando cambistas em dias de jogos e muitas outras coisas mais, que o amor desconhece.
Sds. Rubras,
Zé Maria.
  Diante de uma perspectiva moderna de gestão, como um dos pilares pré-estabelecidos, a nova diretoria do nosso Sergipe, que aliás só começou a utilizar as contas bancárias do clube somente agora depois da posse, tratou de iniciar esse processo de profissionalização, contratando inicialmente um Assessor de Comunicação remunerado, como todo profissional deve ser para poder dedicar seu tempo ao trabalho. Essa dedicação então passa a ser justificada por um excelente trabalho realizado, que não seria possível se continuássemos amadores.
  A palavra amador vem de “amor”, ou fazer as coisas por amor de forma apenas voluntária, sem que se tenha “ganhos financeiros” com isso. Assim, além de carga horária de trabalho exaustiva em outras empresas, os amadores dedicam apenas parte de seu tempo para o objeto do seu amor. Apesar de louvável e admirável por muitos, esses amadores por mais que façam terminam não fazendo as coisas exatamente como deveriam ser. Olhemos para os departamentos de base dos nossos clubes, sustentados por bolsos de abnegados, que sempre utiliza de seus recursos, para levar os atletas para o jogo ou para pagar o lanche da garotada, até um dia do “chega, não dá mais para continuar”, ou “já fiz a minha parte” e se afasta do cargo definitivamente. Daí, espera-se por outro abnegado para pegar na alça do caixão e começar o ciclo vicioso de novo. Outro exemplo vivo são os chamados departamentos médicos, só chamados mesmo, pois nem sala tem. Isso está certo?
  Ora, o fato é que se somos times profissionais na teoria, na prática isso não se verifica de fato, continuamos amadores em todos os aspectos. Isso, com certeza, é um dos motivos de não sucesso. Então, implantar profissionalismo é imprescindível para mudar essa situação, concordam? Então porque quando se contrata uma empresa prestadora de serviços para efetuar vendas de adesões de sócio e torcedor, causa tanto reboliço? Não é justo pelo trabalho realizado? Que diferença tem para outros profissionais, como técnicos, auxiliares, preparadores físicos, administradores, assessores de comunicação etc? Não dedicam seu tempo na execução de suas tarefas no clube do mesmo jeito? Então porque não devem ser remunerados?
  Por favor, parem e pensem: isso é uma mudança de paradigmas. Iniciou-se essa mudança e espero sinceramente que isso não pare por aí. Haveremos de ver departamentos médicos, contabilidade, administração e todos os setores do Sergipe profissionalizados. Até mesmo para podermos cobrar e fugir da possibilidade de termos travestidos abnegados tirando das posses do clube, armando vendas ilícitas de jogadores, enchendo tanques dos carros da família sem pagar, bancando cambistas em dias de jogos e muitas outras coisas mais, que o amor desconhece.
Sds. Rubras,
Zé Maria.
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