
A decisão da Copa Pernambuco entre Santa Cruz e Central, sábado (28), no Arruda, terá um sabor especial para um atleta. Sandro, o ex-gari que foi barrado pelo Tricolor, agora defende o time de Caruaru e pretende fazer o clube coral se arrepender da decisão de descartá-lo.
  Sandro sofreu preconceito. Não conseguiu fazer um teste para jogar no santa Cruz porque era gari. Agora como jogador profissional sonha com o reencontro com o time tricolor. "Esse é o jogo para mostrar minhas qualidades. Eles não me deram valor nenhum. Não deram valor porque eu era gari, mas eu vou mostrar minhas qualidade que eu tenho também". A história de Sandro foi tão comovente que até alguns tricolores torcem por ele. "Espero que ele faça o gol, mas o Santa Cruz ganhe", destacou o estudante Anderson Diego da Silva.
  Ao vestir a camisa do Central, Sandro venceu uma etapa. Agora, ele espera levar a família para Caruaru, mas o salário ainda não dá para alugar um apartamento. Os encontros com a família acontecem uma vez por semana. Sandro passa dois dias em casa e cinco na concentração do Central, onde divide espaço com outros 25 jogadores.
  E relata: "Não é um salário normal como todos os jogadores ganham. É uma ajuda custo, mas ganho mais do que ganhava como gari. E não é tão sofrido como eu sofri de gari. Pra mim não tá ruim. Eu fico feliz de voltar ao futebol. Não foi fácil".
Fonte: Pe360graus.com
  Sandro sofreu preconceito. Não conseguiu fazer um teste para jogar no santa Cruz porque era gari. Agora como jogador profissional sonha com o reencontro com o time tricolor. "Esse é o jogo para mostrar minhas qualidades. Eles não me deram valor nenhum. Não deram valor porque eu era gari, mas eu vou mostrar minhas qualidade que eu tenho também". A história de Sandro foi tão comovente que até alguns tricolores torcem por ele. "Espero que ele faça o gol, mas o Santa Cruz ganhe", destacou o estudante Anderson Diego da Silva.
  Ao vestir a camisa do Central, Sandro venceu uma etapa. Agora, ele espera levar a família para Caruaru, mas o salário ainda não dá para alugar um apartamento. Os encontros com a família acontecem uma vez por semana. Sandro passa dois dias em casa e cinco na concentração do Central, onde divide espaço com outros 25 jogadores.
  E relata: "Não é um salário normal como todos os jogadores ganham. É uma ajuda custo, mas ganho mais do que ganhava como gari. E não é tão sofrido como eu sofri de gari. Pra mim não tá ruim. Eu fico feliz de voltar ao futebol. Não foi fácil".
Fonte: Pe360graus.com
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